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A dor do amor Em tempos difíceis Vilma Slomp buscou através da criação, exorcizar a dor psíquica, fonte inesgotável de sentimentos. As imagens como metáfora de suas emoções foram construídas com diferentes elementos em estúdio, luzes delineando sombras e formas. Esta série com quinze fotografias realizadas em cromo 4×5 entre setembro e novembro de 1989 mostra o âmago amargo construído com flores, algas, pigmentos, insetos, papéis e objetos. Na passagem do tempo, de forma poética, ela revela através das cores as suas dores, comparando ilusões com natureza à morte. Adversus Aestus Nesta série de 18 fotografias em preto e branco realizadas no período de 1993 à 1997, VS construiu imagens com papéis, flores, objetos, corpos, insetos, grafismos e desenhos, tributos aos artistas Frank Stella e Marcel Duchamp, e, um auto retrato celebrando estrelas de Kiefer com flores daturas. Lembra sua dor de forma avessa ao seu universo interior. O tempo sobre a perda e o desencanto do viver traz à tona a beleza através de luzes construídas nas diferentes gamas do preto ao branco, expressando a volta da sua existência com sensações mais amenas para seu existir. O amor e o delírio da arte se expõem no ritmo de suas delicadezas. texto Carlos A.C. Harmath, Angélica de Moraes.

título
Dor
autor
Vilma Slomp
texto
Carlos A.C. Harmath, Angélica de Moraes
idiomas
Português, inglês
capa
Brochura
páginas
62
fotografias
33
dimensões
22 x 20,5 cm
peso
256 gr.
cor/pb
cor e preto e branco
ano
1998
Vilma Slomp

Vilma Slomp

1952 / Paranavaí (PR) - Brasil

Estudou desenho e pintura, é autodidata em fotografia. 1999-2000 pós graduação em História da Arte do Século XX, Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Desde meados da década 1970 sempre exerceu seu trabalho artístico em seu estúdio em Curitiba paralelo ao ofício da fotografia realizando sua primeira exposição individual em 1980. Expôs individualmente em museus e galerias no Brasil e exterior como Pinacoteca de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo, Museu de Arte Moderna do RJ, Museu Oscar Niemeyer, Tepper Takayama Fine Arts, Boston, Cymroza Art Gallery, Mumbai e Leonel Wendt Gallery, Colombo, Sri Lanka. Tem 5 livros publicados 1998 prêmio nacional International Hasselblad, 50 anos. Desde 2014 vem realizando a obra fotográfica o ser & o estar, ribeirinhos da Amazonia, descendo os rios Amazonas, Solimões, Negro, Branco, Juruá e Madeira.

https://www.vilmaslomp.com.br